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Com investimento de R$ 150 milhões, novo hangar em Viracopos gera empregos


Com investimento de R$ 150 milhões, novo hangar em Viracopos vai gerar 500 empregos.

O Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), vai abrigar um hangar para manutenção de aeronaves, com investimento de R$ 150 milhões e geração de pelo menos 500 empregos diretos e indiretos após a construção. A informação é do gerente de operações da concessionária que administra a estrutura, Marcelo Mota. O galpão será construído pela Azul Linhas Aéreas, empresa que detém 95% dos voos no terminal.

De acordo com a companhia aérea, o hangar será o primeiro centro de manutenção da empresa no interior de São Paulo e o maior da América Latina. Além dele, a Azul já tem outros três hangares no Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte (MG).

"Em Minas, as aeronaves modelo ATR 72-600, os jatos da Embraer e os A320neo passam por manutenções completas a cada dois anos", diz o texto da nota.

O gerente de operações de Viracopos afirmou que o prazo para o empreendimento ficar pronto é de um ano. De acordo com a concessionária, o hangar será utilizado para operações de manutenção pesada, reparos e inspeção da frota. A área construída será de cerca de 35 mil metros quadrados em um terreno de 94 mil metros quadrados.

O projeto ainda inclui oficinas de manutenção, escritórios, estacionamento, docas para caminhões e pátio para aeronaves. Segundo Marcelo Mota, o centro de manutenção é o primeiro empreendimento imobiliário diretamente ligado à aviação que será implantado em Viracopos desde o início da concessão, em 2012.

"Esse hangar é extremamente importante para Viracopos, porque ele consolida o nosso plano diretor. Ele consolida ainda mais a presença da Azul, sinalizando que virá mais voos ainda para Campinas. Hoje, nós temos 300 movimentos (pouso ou decolagem) por dia e com certeza esse número deve aumentar", explicou.

Esperança de reação

O hangar, assim como as novas rotas para Paris inauguradas em julho, é mais uma esperança para Viracopos aumentar o fluxo de passageiros e tentar superar a crise econômica, que foi um dos motivos para o aeroporto pedir recuperação judicial em maio.

Apesar da alta no mês de agosto, o aeroporto registrou o pior fluxo de passageiros em oito meses desde 2013, quando a concessionária começou a divulgar os dados.

"Tivemos uma alta em julho e uma alta em agosto, precisamos da terceira confirmação positiva para ter a prova de que estamos reagindo. Esse novo hangar só vai contribuir para isso", afirmou Mota. Fonte: G1

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