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Hidrovias do Brasil lança relatório de sustentabilidade 2021


Construído no padrão GRI, relatório traz destaque para iniciativas da companhia focadas em desenvolvimento social local e inovações para redução de emissões de gases de efeito estufa

A Hidrovias do Brasil lança nesta quinta-feira (2) seu primeiro Relatório de Sustentabilidade, que representa mais um passo na jornada de sustentabilidade da companhia. O documento foi construído dentro das normas de relato da Global Reporting Initiative (GRI).


O destaque do relatório é para o principal diferencial competitivo e de sustentabilidade da companhia, a utilização do modal hidroviário, que tem menor impacto socioambiental quando comparado aos modais de transportes terrestre (rodovias e ferrovias). Cada comboio de 25 barcaças utilizado pela Hidrovias do Brasil no transporte de commodities, por exemplo, corresponde a aproximadamente 1,2 mil caminhões retirados das rodovias, transportando muito mais carga com menos combustíveis e menos emissões.


Segundo o Inventário de Gases de Efeito Estufa Ano Base 2021 da companhia, com dados apresentados no GRI, a empresa evitou, com sua atuação no Norte do Brasil, a emissão de 2,11 mil toneladas de CO2-equivalente por quilômetro útil por mês. Com a atuação no Corredor Sul (Hidrovia Paraná-Paraguai), a Hidrovias evitou outras 2,5 mil toneladas de CO2-equivalente por quilômetro útil por mês. A empresa também tem avançado em soluções inovadoras para redução de emissões, olhando para questões como mudança da matriz energética e de combustíveis.


Em 2021, a empresa investiu mais de R$ 4 milhões em iniciativas sociais para contribuir com o desenvolvimento das comunidades onde atua, no Brasil, Paraguai e Uruguai. Os principais pilares de atuação da companhia em investimento social privado são: emprego e renda, educação e desenvolvimento local.


O relatório também lança luz à conclusão do planejamento de sustentabilidade da companhia, com a definição de metas de curto, médio e longo prazos criadas por meio de diretrizes estratégicas, com participação ativa do CEO, Diretoria Executiva e aprovação pelo Conselho de Administração.


Fonte: Portos e Navios

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