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Nível de um dos principais rios do Pantanal atinge marca ‘zero’ em régua de porto de cidade de MS

A bacia do rio Paraguai, enfrenta um período de seca severa. A estiagem mudou o cenário na região e o rio está tomado por bancos de areia.


O nível do rio Paraguai, um dos principais do Pantanal em Mato Grosso do Sul atingiu nesta quarta-feira (30) a marca zero na régua de medição instalada no porto de Ladário, na região oeste do estado.


A bacia do rio Paraguai, enfrenta um período de seca severa. A estiagem mudou completamente o cenário na região. Próximo a Ladário e Corumbá, o rio está tomado por bancos de areia. Segundo a Marinha, o nível do rio tem baixado em média 2 centímetros por dia. Nesta terça-feira, quando a régua em Ladário marcava 1 centímetro, o nível estava 41 centímetros abaixo do que foi registrado no mesmo período de 2019. Nesta terça-feira (29), régua que mede o nível do rio Paraguai no porto de Ladário chegou a 1 centímetro (foto) e nesta quarta atingiu o zero — Foto: Reprodução/TV Morena O capitão tenente Rei Santos Araújo, explica, entretanto, que o fato de o nível do rio ter atingido a marca zero na régua não significa que essa seja a altura da água em todo o curso de água. “A régua está posicionada próximo a margem, não é o meio do rio. No meio do rio ainda temos profundidade acima dos três metros. O zero da régua não identifica a altura zero do rio. A régua serve para fazer o monitoramento do rio, para informar ao navegante quais são as condições que ele deve navegar para fazer uma navegação com segurança”, detalhou. O mais recente boletim de monitoramento da bacia do rio Paraguai, divulgado na sexta-feira (25), pelo pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM), projeta que até sexta-feira o nível da régua em no porto de Ladário atinja a marca negativa de -11 e no dia 23 de outubro chegue a -62. CPRM vem ao longo de vários boletins apontando que a sequência de alguns anos com chuvas abaixo da média na região combinada com uma seca extrema, com a que vem sendo registrada em 2020, explica os níveis reduzidos nos rios da bacia. Conforma o órgão, dados do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), apontam que a seca de 2020 é mais severa dos 22 anos de monitoramento do índice de precipitação na bacia e no bioma


Fonte: G1

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