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Rio Acre marca 2,44 metros e atinge situação de alerta máximo em Rio Branco

Mesmo com chuva de 13 milímetros nas últimas 24h, manancial segue com baixo nível. Previsões são de seca severa nos próximos meses no Acre.


Com o período de estiagem, o Rio Acre está em situação de alerta máximo e marcou 2,44 metros neste domingo (28) em Rio Branco. Segundo o Corpo de Bombeiros, as previsões são de seca severa nos próximos meses no Acre. A cota de alerta máximo é de 2,69 metros.


Em todo estado, as bacias dos rios Acre, Juruá, Purus e Tarauacá-Envira estão em situação de alerta ou alerta máximo.

Porém, segundo os Bombeiros, a situação mais crítica é registrada na bacia do Rio Acre, que abrange os municípios de Assis Brasil, onde o rio está com 2,83 metros; Brasileia com 1,49 metro; Xapuri com 2,65 metros; Capixaba (sem leitura), Porto Acre (sem leitura) e Rio Branco. O major Cláudio Falcão explica que a média esperada para o mês de junho é de que o Rio Acre estivesse com 4,20 metros, ou seja, ele está quase na metade do esperado. Nas últimas 24 horas foram registrados 16 milímetros de chuva, mas apesar disso, o manancial segue apresentando vazante. Em uma semana foram 22 centímetros de baixa. “De qualquer forma esses 16 milímetros de chuva ajudaram em alguma coisa no rio, porque nós temos uma perda diária de 4 centímetros e de sábado [27] para domingo [28] foi apenas 1 centímetro. Então, de qualquer maneira houve uma influência, mas isso até amanhã já se perde também”, disse o major. Seca mais severa dos últimos 15 anos Sem previsão de chuvas para os próximos dias, Falcão disse que especialistas preveem uma das secas mais severa dos últimos 15 anos no estado do Acre.

“Na semana passada tivemos uma reunião com órgãos ambientais, onde os meteorologistas previram que vamos ter a seca mais severa dos últimos 15 anos. Então, desde 2005 que a gente não tem uma previsão de uma seca tão forte, apesar de que 2016 foi bem complicado. Vale lembrar que teremos três meses pela frente de complicações, ou seja, julho, agosto e especialmente setembro, que é o mês onde a situação se agrava”, afirmou Falcão.

Com a baixa do rio por conta da ausência de chuvas, o major destaca que é preciso levar em consideração todas as consequências que vão desde o aumento da temperatura, problemas de abastecimento de água aos registros maiores também de ocorrências de incêndios ambientais.


Fonte: G1

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