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TCU aprova projetos para leilão de terminais de celulose no Porto de Santos (SP)

Juntos, terminais vão receber R$ 420 milhões de investimentos; certame deve ocorrer no segundo semestre.



O Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou, nesta quarta-feira (01/04), dois projetos de arrendamentos de terminais de celulose no Porto de Santos (SP): STS14 e STS14A. Juntos, os dois receberão R$ 420 milhões de investimentos. A próxima etapa é o lançamento do edital para a realização do leilão, que deve ocorrer no segundo semestre deste ano.


Os dois terminais serão arrendados pelo prazo de 25 anos. Ambos estão localizados em área pavimentada na região do Macuco, na margem direita do Porto de Santos. O STS14 possui cerca de 31mil m² e, após as intervenções previstas em edital, terá capacidade estática para armazenamento de 97 mil toneladas de celulose e potencial para movimentar 2 milhões de toneladas por ano. Já o STS14A possui cerca de 34mil m² de área e, após intervenções, terá capacidade estática para armazenamento de 125 mil toneladas de celulose e potencial para movimentar 2,6 milhões de toneladas ao ano. O secretário Nacional de Portos e Transportes Aquaviários, Diogo Piloni, ressalta a relevância da cadeia produtiva de celulose no país para estruturar esses projetos para concessão. “O Brasil é o segundo maior produtor mundial de celulose. Somente em 2019, foram 21,2 milhões de toneladas produzidas, das quais 14,7 milhões (70%) foram direcionadas para o mercado externo. Cientes da importância dessa cadeia para nossa economia e do papel primordial dos portos para o escoamento dessa carga, trabalhamos sem parar para a disponibilização das duas novas áreas”, avalia Piloni. OUTROS TERMINAIS – O Ministério da Infraestrutura também enviou, nessa semana, outros dois projetos de arrendamentos portuários ao TCU – um no Porto de Santana (AP) e outro no Porto de Maceió (AL). O terminal para movimentação e armazenagem de granel vegetal sólido no Porto de Santana, MCP02, será arrendado pelo prazo de 25 anos e terá R$ 41 milhões em investimentos. O local fará movimentação e armazenagem especialmente de farelo de soja, que tem destacada importância na balança comercial brasileira.


Já o terminal MAC10, no Porto de Maceió, também será arrendado por 25 anos, com valor de investimentos de R$ 12 milhões. O local será dedicado à movimentação de granel líquido, especialmente ácido sulfúrico, e vai atender à demanda de empresas que atuam nos segmentos de fabricação de PVC, soda cáustica, tubos e conexões, plásticos em geral, bem como na produção de insumos para a indústria química.


Fonte: Ministério da Infraestrutura

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