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Vistoria de mexilhões na Baía de Vitória

Dando continuidade à campanha de inverno do Programa de Monitoramento da Bioacumulação de Metais Pesados (PMBMP), desenvolvido pelo Porto de Vitória, foi feita a vistoria dos mexilhões que foram implantados ao longo da Baía de Vitória. A vistoria ocorreu na quinta-feira (13) nas estações localizadas dentro e fora da extensão do porto. A inspeção dos animais é realizada após 20 dias da sua implantação, e busca verificar a sobrevivência, condições de crescimento e se não houve perdas. Caso isto aconteça, é necessária a implantação de novos animais para não comprometer a campanha.

Laboratório

No PMBMP é avaliada a concentração de elementos químicos, como o mercúrio, o chumbo e o arsênio nos tecidos de mexilhões (perna perna) implantados na área de influência do porto e, também, nos das ostras (crassostea rhizophorae) dessas localidades, buscando assim identificar a concentração de contaminantes nos locais analisados. Após 60 dias presentes na Baía de Vitória, os mexilhões são retirados e enviados ao laboratório para análise, enquanto, as ostras, também enviadas para estudo, são apenas coletadas unidades para não afetar o ecossistema.

As coletas são realizadas duas vezes por ano, nas campanhas de verão e de inverno, e os resultados obtidos são encaminhados ao Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema).

O processo de bioacumulação ocorre quando elementos químicos presentes no ambiente, neste caso, na água e no sedimento, se acumulam nos tecidos dos animais. Organismos filtradores (mexilhões, ostras,...) são especialmente visados para este tipo de monitoramento, visto que os mesmos não são capazes de se movimentar e se alimentam filtrando a matéria orgânica presente na água.

O PMBMP é uma das condicionantes da Licença Ambiental de Regularização – LAR Nº 06/2014 da CODESA, e atualmente é realizado pela EnvironLink – empresa de consultoria e serviços ambientais contratada para a execução do programa – com a supervisão da Coordenação de Meio Ambiente e Segurança do Trabalho (Comast) da CODESA. 

Texto: Rayanne Matiazzi

Coordenação de Comunicação da CODESA

Dando continuidade à campanha de inverno do Programa de Monitoramento da Bioacumulação de Metais Pesados (PMBMP), desenvolvido pelo Porto de Vitória, foi feita a vistoria dos mexilhões que foram implantados ao longo da Baía de Vitória. A vistoria ocorreu na quinta-feira (13) nas estações localizadas dentro e fora da extensão do porto. A inspeção dos animais é realizada após 20 dias da sua implantação, e busca verificar a sobrevivência, condições de crescimento e se não houve perdas. Caso isto aconteça, é necessária a implantação de novos animais para não comprometer a campanha.


Laboratório

No PMBMP é avaliada a concentração de elementos químicos, como o mercúrio, o chumbo e o arsênio nos tecidos de mexilhões (perna perna) implantados na área de influência do porto e, também, nos das ostras (crassostea rhizophorae) dessas localidades, buscando assim identificar a concentração de contaminantes nos locais analisados. Após 60 dias presentes na Baía de Vitória, os mexilhões são retirados e enviados ao laboratório para análise, enquanto, as ostras, também enviadas para estudo, são apenas coletadas unidades para não afetar o ecossistema.


As coletas são realizadas duas vezes por ano, nas campanhas de verão e de inverno, e os resultados obtidos são encaminhados ao Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema).


O processo de bioacumulação ocorre quando elementos químicos presentes no ambiente, neste caso, na água e no sedimento, se acumulam nos tecidos dos animais. Organismos filtradores (mexilhões, ostras,...) são especialmente visados para este tipo de monitoramento, visto que os mesmos não são capazes de se movimentar e se alimentam filtrando a matéria orgânica presente na água.


O PMBMP é uma das condicionantes da Licença Ambiental de Regularização – LAR Nº 06/2014 da CODESA, e atualmente é realizado pela EnvironLink – empresa de consultoria e serviços ambientais contratada para a execução do programa – com a supervisão da Coordenação de Meio Ambiente e Segurança do Trabalho (Comast) da CODESA. 


Fonte: por Rayanne Matiazzi / Coordenação de Comunicação da CODESA

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